Bebêchila e as propagandas espontâneas

Começou com o boca-a-boca entre mães, há 4 anos. E hoje a Bebêchila coleciona exemplos de propaganda espontânea nos meios de comunicação. Isso nos enche de orgulho e entusiasmo! Esse aqui, encontrei hoje por acaso, no site www.napracinha.com.br.


Mãe de mochila é mais feliz



Outro dia, visitando uma amiga, ouvi um comentário um tanto quanto estranho. Uma mamãe de primeira viagem estava presente e se justificava sobre o motivo de não sair de casa com seu bebê de quatro meses para visitar as outras pessoas: "Sabe o que é? As pessoas não entendem que quando saímos com o bebê, não somos só eu e o bebê, tem que vir junto a tralha dele, né? Muito complicado, melhor deixá-lo em casa mesmo" (oi? Como ela queria que o bebê saísse? Sem fralda pra trocar ou coisa do tipo?)

Fiquei imaginando se ela soubesse que todos os dias de manhã preciso juntar essa tralha toda para levar a pequena ao berçário. Todo dia, ela faz, tudo sempre igual.... É a repetição diária de um check-list na cabeça para não faltar nada. E de vez em quando ainda fica uma blusa de frio ou mamadeira para trás.

Quando vamos sair pra passear, a história é a mesma. Junta roupa+ fralda+ pomada+ lenço umedecido+  fralda de pano+ paninho de boca+ bico+ mamadeira+ leite+ fruta+ papinha+babador+ biscoito+ água+ brinquedo para distrair...

Com o tempo, fica automático. E depois, com a tralha empacotada, lá vamos nós passear. Desde que a Sara nasceu, usava duas sacolas: uma maior, se fosse um passeio comprido, ou outra menor se fosse rapidinho. Há pouco tempo, no entanto, resolvi experimentar usar uma mochila no lugar da bolsa. Ainda estou sem entender por que ninguém me contou que a mochila era tão melhor do que a bolsa de ombro!

O modelo que passei a usar nem é específico para bebês. Mas tem compartimentos suficientes para todos os itens e sobra espaço. Para passear, é muito mais ergonômica, pois o peso fica distribuído nas costas. E o melhor de tudo: braços livres! Se precisar assentar no chão, ela não incomoda. Se precisar se curvar pra limpar o rostinho da criança, ela não incomoda. Se precisar sair correndo atrás da cria, não incomoda nadinha. Então, ó céus, por que é que nos acostumamos a essa bolsa-nada-prática de ombro?

Antenadas na praticidade da mãe moderna, já surgem empresas especializadas nessas mochilas maternas, com versões que trazem trocador, bolsa térmica e até compartimento para roupa suja, como é o caso dessa aqui:




Por que a Bebêchila contribui para o vínculo entre pais e filhos?

Apesar de o mundo ter avançado muito em termos de opções de lazer e passeios para pais e mães junto com seus bebês, ainda pode parecer assustador sair de casa sozinho ou sozinha, acompanhado apenas por uma pessoinha de alguns meses.


Cada bebê que nasce é uma história. Para alguns, a inserção na família pode se dar de forma mais trabalhosa. Há aquelas famílias mais preparadas, que tem outros filhos e já sabem o que precisam acionar dentro de si para receber o novo bebê. E há famílias que estão recebendo o primeiro bebê. O que há de comum entre as duas é a necessidade de abertura, de flexibilização e de paciência para esse período de adaptação.
Essa adaptação pode ser na amamentação, no vínculo que se cria entre mãe e bebê que agora recebe o leite materno. Também pode ser a adaptação dos sentidos do bebê, que recebe estímulos diferentes do que estava habituado dentro do útero.  Ou ainda adaptação no novo formato da família. E outras mais!
Mas uma coisa é certa: encontrar-se com outras mães e pais ajuda muito a nova família no fortalecimento, na confiança e na identificação das dificuldades – e alegrias também. Contávamos antigamente apenas com os parentes próximos, amigos ou vizinhos para essa socialização. Hoje, podemos contar também com cinema com bebês (Cinematerna), encontros de amamentação (Matrice), encontros de pós parto (Espaço Nascente, Casa Moara...), aulas de dança com bebês (Dança Materna), encontros de canto com bebês (Materna em Canto), além de teatro e shows para e com bebês.
Apesar de termos tantos avanços em termos de atividades para mães e pais com bebês recém-nascidos, ainda pode parecer desafiador - e até mesmo assustados - passar algumas horas fora da estrutura do lar acompanhados de um bebê.
É por isso que criei a Bebêchila há quatro anos: para poder levar com conforto e confiança a estrutura de casa para a saída com o bebê. Tudo dentro de uma mochila pratica e cheia de estilo.
Lanche, remédio, fraldas, mudas de roupa, trocador, brinquedinhos, paninho de boca e pertences dos pais... tudo que precisamos para a saída ser prazerosa e tranquila (veja mais aqui). 
A sensação que tenho quando saio com as minhas filhas e a Bebêchila é a de estar preparada para qualquer imprevisto. Me liberando então para estar de alma presente no passeio.
Por isso que afirmo sem medo de estar errada: a Bêbechila contribui para a formação e manutenção do vínculo entre pais, mães e filhos.  Porque é um instrumento que oferece segurança e tranquilidade para que a família curta momentos prazerosos tão necessários especialmente na chegada do bebê, quando somos apresentados a tantas transformações.